
Aruanã é o deus da alegria e protetor dos carajás na mitologia tupi-guarani.
Pedrinho gostou de saber que no Brasil também existem deuses como na Grécia.


A denominada serra do Sabarabuçu é uma montanha lendária, descrita como uma "serra resplandescente" pelos indígenas brasileiros, no Século XVI.
Pela altitude e proeminente destaque no relevo, a Serra da Piedade no município de Caeté, em Minas Gerais, ganhou reputação regional como sendo essa montanha lendária.
No imaginário da época, podia se afigurar como constituída toda de ouro ou de prata. Este mito confundiu-se mais tarde, à época do Bandeirismo, no século seguinte, com a serra das Esmeraldas, alvo da afamada bandeira de Fernão Dias.
Pedrinho gostou da história.


Dizem que a entidade é uma cabeça de cabelos compridos que rola rindo pelo chão. Ela pode aparecer de noite como uma linda mulher, mas quando alguém se aproxima dela, as vestes se desmontam, enquanto a cabeça cai por terra, rindo. Se a cabeça toca alguém, este adoece e morre. Quando ela para diante de uma casa, um padre deve rezar uma missa contra ela e os moradores devem rezar novena, ou alguém dessa casa morrerá.
Ainda hoje, em algumas regiões do interior do Brasil, algumas pessoas a temem muito, evitando falar claramente a seu respeito.
Tio Barnabé ficou com medo dessa história.

O Deus supremo dos índios das nações falantes de idiomas da famíliaTupi - Guarani é conhecido como Monã, que é o criador do mundo, do céu e da terra, dos seres vivos, ou seja, de tudo que existe. A crença em Deus é semelhante à crença Cristã, portanto Monã é um Deus semelhante ao cristão, com todos os seus poderes.
A representação de Monã é como algo infinito. Para os índios das nações falantes das línguas tupi-guaranis não há noção de paraíso.