quinta-feira, 7 de abril de 2011

Festas de Minas Gerais!

Calendário de Festas Janeiro: Festa de Reis Fevereiro: Carnaval, Blocos Carnavalescos, Entrudo.
Março: Semana Santa. Um estudo à parte relacionado com as cidades históricas, principalmente Ouro Preto.
Maio: Mês de Maria. Procissões. Coroação da Santa.
Junho: Os três Santos do mês. Corpus Christi.
Julho: Divino Espírito Santo em Diamantina.
Agosto: Mês do Folclore.
Setembro: Carvalhada em Caeté, no Distrito do Morro Vermelho.
Outubro: Congadas, Dia do Padroeiro, N.S. do Rosário.
Dezembro: Ciclo Natalino.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Culinária de Minas Gerais!

Culinária Angu Mineiro, Canjica (grão de milho cozido e temperado com leite de coco e açúcar - é o Munguzá do Nordeste), Arroz Ferrado (arroz cozido com lasquinhas de carne de vaca. É o Arroz Tropeiro), Mocotó (mocotó de boi, depois de cozido com claras de ovos e gemas, canela, cravo, açúcar), Pipoca Salgada, Tutu (guisado de feijão cozido, amassado e coado, depois engrossado com farinha de mandioca. Acompanhamento: lingüiça e torresmos), Doçaria (doce de todas as frutas existente e sasonais, Mingau de Milho Verde, a Canjica do Nordeste, Pamonha, Pé-de-Moleque, Beiju, Brevidade).

terça-feira, 5 de abril de 2011

Artesanato em Minas Gerais!

Artesanato O artesanato de Minas Gerais tem muito a ver com o Folclore, bonecas de pano, peões de madeira feitos a mão, etc

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Danças Folclóricas de Minas Gerais!

Danças Batuque, Lundú, São Gonçalo (de promessa) em Januária, Cateretê (Catira), Caxambû de cultura Banto (é, na verdade, uma variação do Jongo), Dança dos Velhos (semelhante à do Rio de janeiro e São Paulo), Mineiro-Pau, Zona da Mata (dança de roda ao som de chocalhos, pandeiro, reco-recos, ferrinhos e caixas), Folia de Reis, o Boi (Boi -de-Manta, Boi-Janeiro, Boi - Marruê - com características mineiras. É, como diz Saul Martins, "uma sobrevivência totêmico-fetichista, obra sincrética resultando do encontro duradouro de inúmeras culturas"), Congado ou Congo, Romaria (pagadores de promessas em Congonhas), Carvalhada.

domingo, 3 de abril de 2011

Lendas de Minas Gerais

O folclore em Minas Gerais baseia-se nas manifestações culturais populares daquele estado do Brasil.
Lendas Cavalo Invisível - mito que aparece na Quaresma. É o cavalo que passa a galope Mãe-d'água - mulher encantada que reina debaixo das águas do rio São Francisco e o tão conhecido Saci, a Lenda do Chico Rei - é muito longa mas lembra o homem que governava o povo do Sul da África nas proximidades da foz do Rio Congo. Preso, subjugado e trazido para o Brasil. Nas costas do Rio de Janeiro seu barco fundou num lugar chamado Valongo. Todos os negros que estavam neste barco foram comprados por mineiradores de Vila Rica - hoje Ouro Preto, MG. Dada sua cultura, ocupou lugar de destaque junto aos escravos e também junto à Igreja. Conseguiu fundar uma guarda de "Congos", da qual participavam todos os negros forros de sua grei. participavam das festas de N.S. do Rosário sempre com a licença do Sinhô e da Sinhá.

sábado, 2 de abril de 2011

Folclore do Paraná

situação do Paraná foi a mesma das outras unidades federativas do Brasil no aspecto de sua formação étnica. A vida social começou no litoral e espalhou-se para o planalto de Curitiba. Depois para os "campos gerais".

As famílias colonizadoras foram portuguesas e brasileiras, nascidas em São Paulo, especialmente nas praias, pontos iniciais de fixação demográfica.

Sua população, no século passado, apresentava a seguinte porporção: Brancos 64%, Pretos, 5%, Caboclos 12%, e Mestiços 19%. Esses elementos indicam o domínio dos mitos europeus e indígenas.

O folclorista paranaense Dr. Francisco Leite, escreve:

"Por ser um estado novo, é natural que o Paraná não tenha lendas originais, além das que adotou, com pequenas variações. É assim que nas selvas paranaenses o Saci faz diabruras e o Lobisomem e a Boi-tatá assusta aqueles que andam a noite. O Saci ora é pássaro, ora é um moleque de uma perna só. A Mula-Sem-Cabeça, também galopa em nossos campos, arrepiando o cabelo dos matutos. E Temos ainda, outras tantas lendas, variantes das que correm pelo Brasil de norte a sul, como a da Caapora, Jurupari, Iara, Urutau, etc., etc.".

Segundo o mesmo folclorista, há, entretanto, lendas curiosas e lindas, algumas que fogem do escopo desse trabalho.

No tocante aos mitos propriamente ditos o Paraná se inclui nos "mapas de exclusão", Não possuindo mitos originais, dando apenas a formatação local, ora mudando o nome dos personagens, ora substituindo a linguagem, ou criando novos ambientes para dar vida as "assombrações".

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Folclore de Minas Geraia

A historia de Minas Gerias está em seu próprio nome. É a região onde há montanhas com esmeraldas, rios repletos de diamantes, terras com ouro aflorando aos olhos dos visitantes.

As cidades nasceram debaixo de muitas guerras e amparadas pelo ciclo do ouro e das pedras preciosas. Assim, para as Minas Gerais, correram as forças do Brasil colonial, pois era preciso defender aquelas cobiçadas terras.

O folclore mineiro é, portanto, um prolongamento, enorme, assimilado, com traços próprios, mas um prolongamento, do folclore paulista. Mas esse prolongamento não é uma dependência completa dos mitos dos outros estados.

Assim, os mitos gerais europeus e indígenas, especialmente dos Tupis, foram levados e disseminados pelas bandeiras, mas o trabalho de mineração trouxe outros elementos distantes que movimentaram a imaginação mineira. O Ciclo do Ouro, se confundiu com os "mitos do fogo" e estes com o Mboitatá.
 
Assim, a "Mãe do Ouro" reuniu vestígios de outros mitos. Entre eles a Mãe d'Água, o Batatá, chamado em Minas Gerais, Batatal, Bitatá, como na Bahia é o Biatatá. Sacis-Pererês e Mãos-Peladas, assustam ao redor das casas. Fantasmas noturnos deixam as crianças em pânico. Monstros de todos os tamanhos se arrastam pelas montanhas, saindo das furnas sombrias, como o Minhocão, que sai do leito do rio São Francisco cavando passagens subterrâneas.

O folclore do rio da Prata deixou migrar algumas de suas criações preferidas. Os negros, reunidos em multidão, deram um aspecto diferenciado aos seres fabulosos que se confundiam com a noite.

Minas Gerais permite uma divisão, arbitrária e convencional, em seus mitos. A zona do São Francisco, a zona limítrofe, que é longa e complexa, com Goiás, a zona sul com as mil portas da influência fluminense e justamente uma das mais densamente povoadas, são os rumos que nortearão os estudiosos. Essas zonas não têm, mitos peculiares, desta e daquela espécie, o que facilita um determinante linha de sua origem.

Os mitos gerais de origem européia são predominantes. A influência negra é muito mais sensível embora não caracterize a criação de nenhum ser sobrenatural, exceto nos contos dos medos infantis.

O Caapora, onipotente, perde sua importância para o Saci-Pererê, que não pertence a nenhum dos dois, foi exportado pelos nortistas.

Os mitos secundários e locais são, na maioria, comuns a São Paulo. Outros são oriundos de Goiás e Mato Grosso. Aqueles do "Ciclo do Ouro" que vieram através das "Bandeiras", acabaram por encontrar um ambiente tão acolhedor que além de ficaram ainda estão florescendo.