sábado, 7 de maio de 2011

Folclore de Roraima: Dança

DANÇAIndo do clássico ao moderno, a dança no Estado ainda traz os grupos folclóricos de boi-bumbá e cirandas. A escola de Balé Cristina Rocha tem formado um bom número de jovens dançarinos que sempre se apresentam nos palcos da cidade. Na época das festas populares, é vez dos Cangaceiros do Tianguá entrarem em cena, levando uma coreografia recheada de elementos regionais.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Folclore do Paraná

Caracterizado pela transmissão oral de geração para geração e pelo anonimato sobre a origem de elementos como lendas e crendices populares, o folclore é uma manifestação resultante de períodos históricos e dos povos que ajudaram na formação de uma localidade. No Paraná, o folclore mistura histórias e costumes de antigas tribos indígenas, grupos de escravos, de imigrantes e também das pessoas que chegaram ao Estado na época do tropeirismo, como gaúchos, mineiros e paulistas.
Buscando manter as tradições dos primeiros habitantes do Paraná, grupos folclóricos apresentam-se com as danças e trajes típicos dos países de origem de seus antepassados. Outros realizam festas e dançam o Pau-de-fitas, a Balainha ou o Fandango, danças tipicamente paranaenses. Aliás, o Estado possui mais de 160 festas realizadas periodicamente em diversas cidades. A maioria dessas caracteriza-se pela finalidade de homenagear padroeiros e padroeiras, determinadas etnias, épocas do ano, produtos ou pratos típicos, além dos eventos tradicionais, a exemplo das Cavalhadas, da Congada e da Festa do Divino.
Dentro do folclore ainda são muito comuns a criação e disseminação de contos e lendas populares. No ano de 2005 a SEEC cadastrou mais de 200 “causos” para seu projeto “Paraná da Gente”. Entre as principais lendas paranaenses, a maioria retrata histórias envolvendo povos indígenas, assombrações, manifestações religiosas, seres fantásticos ou tesouros escondidos, além de vários contos sobre a figura de um monge chamado João Maria.
Através dessas lendas, danças e festas, a sociedade paranaense busca preservar os elementos de sua cultura que os remetem ao passado e que homenageiam aqueles que deram início à colonização do Estado, transmitindo esses valores e costumes para as novas gerações.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Folclore Catarinense

O folclore catarinense, é um dos mais diversificados do Brasil, devido aos seus componentes culturais.
Nossa região foi habitada por várias etnias, como os indígenas os italianos os alemães os poloneses e várias outras. Com os remanescentes desses primeiros povoadores das terras catarinenses onde se mesclaram, se miscigenaram na nossa formação étnica, cuja cultura se integrou a cultura africana e á européia.

Segundo o antropólogo Sílvio Coelho dos Santos (1974):
“ o litoral de santa catarina era habitado por índios. A ilha de Santa Catarina, o litoral fronteira e toda a área litoral de Laguna também estavam habitados,a população indígena que vivia nessa área litorânea foi chamada pelos europeus de Carijó. Era uma população tupi guarani, dividida em várias tribos e aldeias, e ocupavam maior parte do litoral brasileiro.
Essa tribo, já conhecia a agricultura tinha como principal atividade a pesca, para sua subsistência.
As informações que costumamos ter sobre os indígenas são, na maioria das vezes pobres ou errôneas; pouco se enfatiza que os indígenas no Brasil domesticaram e utilizavam várias espécies de vegetais como o milho, a mandioca, o fumo, a erva mate, que logo foram absorvidos pelos europeus. Além disso, os indígenas tinham grande conhecimento da fauna e da flora.”
Na área cultural dos descendentes das etnias convém a observação dos hábitos transplantados da Europa, que, se não cientificamente, folclóricos, são de certo modo assim entendidos. E estes, em maioria, estão ligados ao natal, a páscoa e ao espírito santo. Isto se entende no modo de venerar, cultuar e festejar. Para isso se segue um calendário de festas tradicionais.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Folclore do Pará

folclore é uma das manifestações mais ricas da cultura popular.
As músicas, as danças, as lendas e os mitos do Pará dão ao turista a idéia perfeita da magia amazônica e da força vibrante das raízes culturais do homem da região.
Os grupos folclóricos mostram coreografias diferentes e roupas coloridas típicas, que dão um toque de originalidade aos dançarinos e tocadores. Os ritmos envolventes e as danças do carimbó, siriá e lundu seduzem até o turista mais comportado.
Durante o ano todo é possível assistir e participar dessas festas populares, como o Boi-bumbá, a Marujada e o Çairé. Todos esses espetáculos, com muita música e dança, são marcados pela tradição, pela alegria e pelo orgulho de ser paraense.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Tambor de Mina!

O tambor de mina é o termo pelo qual é conhecida a religião que os descendentes de negros africanos de origem jeje e nagô trouxeram para o Maranhão. É uma manifestação da religiosidade popular especificamente maranhense que tem lugar em casas de culto conhecidas como terreiros. É uma religião de possessão, onde os iniciados recebem entidades espirituais cultuadas pelo seu pai de santo em rituais conhecidos como tambor.
Nos rituais são utilizados instrumentos como tambores, cabaças, triângulos e agogôs. Mediante o toque dos instrumentos, os iniciados, em grande parte mulheres, vestidas com roupas específicas para o ritual, dançam e incorporam as entidades espirituais.
Em São Luís, duas casas de culto africano deram origem a esta forma de manifestação da religiosidade dos negros: a Casa das Minas e a Casa de Nagô.
A Casa das Minas foi fundada por negras trazidas do reino do Daomé (hoje Benim), habitado por negros Mina. Nesse terreiro são recebidas entidades espirituais denominadas voduns.
A Casa de Nagô, também fundada por descendentes de africanos, deu origem aos demais terreiros de São Luís, onde são recebidas entidades caboclas de origem européia ou nativa.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

BAMBAÊ DE CAIXA

É uma dança de roda com acompanhamento de instrumentos de percussão, tendo ao centro um ou dois pares de brincantes. A dança apresenta coreografia complexa com reviravoltas bruscas que exigem grande agilidade dos componentes da brincadeira. Os integrantes da roda dançam com passos rápidos e variados com os casais dançando, ora frente a frente, ora de costas, num ritmo alegre e contagiante.
O bambaê de caixa é muito presente nos municípios da Baixada Ocidental Maranhense, sobretudo São Bento e Cajapió.

domingo, 1 de maio de 2011

Dança de São Gonçalo: Maranhão

A dança de São Gonçalo é um baile popular de caráter religioso de origem portuguesa, dançado em louvor ao santo português São Gonçalo do Amarante, que viveu no século XIII.
A tradição popular considera São Gonçalo como um santo casamenteiro e dançador, que tocava viola e convertia as mulheres dançando com elas, tendo pregos em seus sapatos que feriam seus pés.
Geralmente, a dança é motivada por promessa ou voto de devoção de alguém. Em frente ao altar, com a imagem do santo tendo na mão sua viola, formam-se dois cordões de seis pessoas do sexo feminino.
As dançarinas se alternam cantando a uma só voz e fazendo movimentos para a esquerda e para a direita. Os cantos são quadras decoradas ou tiradas de improviso, com o acompanhamento de viola e rabeca.