segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Quiz é Folclore ou não é!

É folclore ou não é?

Nesta página, apresentamos nove situações hipotéticas e perguntamos: é folclore ou não é? No final, não há tabulação ou definição de um perfil, conforme erros ou acertos. A intenção não é medir o conhecimento, mas convidar à reflexão sobre o tema. A consultoria é de Alberto Ikeda, professor de cultura popular e etnomusicologia da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), campus São Paulo.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

O Folclore!

Você conhece a Mula sem Cabeça? O Curupira? O Chupa Cabra? O lobisomem? Sabia que eles fazem parte do folclore brasileiro? Sabia né? Mas talvez você não saiba que não é só de assombração que é feito o mundo do folclore não. Têm também os costumes, tradições, músicas, linguagem, brinquedos, brincadeiras, mitos, contos, superstições, artesanato, festas populares... Daí nas festas tem as danças folclóricas como o baião, o frevo, o maracatu, a quadrilha... É. Isso tudo é folclore brasileiro e da melhor qualidade!

Além das lendas e danças folclóricas existe também a música folclórica composta pelas cirandas de roda, cantigas, serenatas, acalantos... Isso tudo sem falar da literatura de cordel, trava língua, quadrinhas, perlendas. Tem muita coisa mesmo pra gente aprender com o Folclore.
Mas nesse especial vamos falar das lendas. Você sabe o que é uma lenda? Não. Não é a filha do piolho, aquela é a lêndea. Lenda nada mais é do que uma história cheia de fantasia que é contada de geração pra geração através dos tempos. Elas são em grande parte histórias muito, muito antigas e que muita, mas muita gente já escutou.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Ditados


FALAR-PELA-BOCA-DOS-ANJOS. Argumentação que se faz quando se deseja ardentemente, de coração, que se realize o que a pessoa acaba de dizer.

FALAR-PELOS-COTOVELOS
. Diz-se da pessoa que fala muito.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Origem do Carnaval

Ao contrário do que se imagina, a origem do carnaval brasileiro é totalmente européia. A comemoração carnavalesca data do início da colonização, sendo uma herança do entrudo português e das mascaradas italianas. Somente muitos anos mais tarde, no início do século XX, foram acrescentados os elementos africanos, que contribuíram de forma definitiva para o seu desenvolvimento e originalidade.
Foi, portanto, graças a Portugal que o entrudo desembarcou na cidade do Rio de Janeiro, em 1641. O termo, derivado do latim "introitus" significava "entrada", "começo", nome com o qual a Igreja denominava o começo das solenidades da Quaresma. No entanto, as festividades do entrudo já existiam bem antes do Cristianismo, eram comemoradas na mesma época do ano e serviam para celebrar o início da primavera. Com o advento da Era Cristã e a supremacia da Igreja Católica, passou a fazer parte do calendário religioso, indo do Sábado Gordo à Quarta-feira de Cinzas.
Tanto em Portugal, como no Brasil, o Carnaval não se assemelhava de forma alguma aos festejos da Itália Renascentista; era uma brincadeira de rua muitas vezes violenta, onde se cometia todo tipo de abusos e atrocidades. Era comum os escravos molharem-se uns aos outros, usando ovos, farinha de trigo, polvilho, cal, goma , laranja podre, restos de comida, enquanto as famílias brancas divertiam-se em suas casas derramando baldes de água suja em passantes desavisados, "num clima de quebra consentida de extrema rigidez da família patriarcal".
Foi esse Carnaval mais ou menos selvagem que desembarcou no Brasil com as primeiras caravelas portuguesas e os primeiros foliões.
Com o passar do tempo e devido a insistentes protestos, o entrudo civilizou-se, adquiriu maior graça e leveza, substituindo as substâncias nitidamente grosseiras por outras menos comprometedoras, como os limões de cheiro (pequenas esferas de cera cheias de água perfumada) ou como os frascos de borracha ou bisnagas cheias de vinho, vinagre ou groselha. Estas últimas foram as precursoras dos lança-perfumes introduzidos em 1885.
No tocante à música, tudo ainda era muito precário; o entrudo não possuía um ritmo ou melodia que o simbolizasse. Apenas a partir da primeira metade do século XIX, com a chegada dos bailes de máscaras nos moldes europeus, foi que se pôde notar um desenvolvimento musical mais sofisticado..."
"Antologia Musical Popular Brasileira – As Marchinhas de Carnaval" Roberto Lapiccirella

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Simpatias e Crendices

  • Enriquecer. Na primeira semana do mês, durante todo o ano, procure fazer esta simpatia. Num guardanapo de papel, coloque 2 colheres de arroz feito no dia e 3 folhas de arruda. Embrulhe e guarde este pacotinho na geladeira, por 3 dias. Ao final deste prazo jogue o pacote num jardim.

  • Dinheiro Extra. Num prato de louça branco, acenda uma vela e derrame um pouco de mel. Coloque o prato num canto da casa, onde ninguém consiga vê-lo. Esta simpatia deve ser feita numa segunda-feira de Lua crescente.
  • quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

    Simpatias e Crendices

  • Para que sua namorada não te esqueça. Faça que um pedaço de carvão pareça um coração, deixe em um lugar que bata o primeiro sol da madrugada. Dentro do carvão escrever o nome dela. Bater o pé, por cima, ao mesmo tempo pronuncie o nome dela. ela nunca o deixara.

  • Para mulher casar rápido. Quando uma das sua amigas for casar, a mulher que quer casar rápido deve arrancar três fios do próprio cabelo e colocar debaixo do véu da amiga que for casar, sem que ela perceba, e seu casamento será breve.
  • terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

    Simpatias e Crendices

    Para perder peso. Na lua minguante à noite, pegar uma linha amarela, sair no quintal, segurar a linha com as duas mãos olhando para as estrelas. Escolher as bem pequenas, dar um nó e dizer; "Estrela, estrelinha formosa e magrinha, me dê sua magreza que eu dou minha gordurinha". Depois colocar no pulso. Cada estrela corresponde a um quilo. Tem que ser feita 3 luas minguantes, cada lua uma linha com os mesmos nós. E colocado no pulso.

  • Para ter um rosto bonito. Mantenha, em sua casa um ponte ou filtro de barro com água de chuva. Ao acordar e antes de dormir, lave o rosto com bastante dessa água, depois espalhe suco de limão e mel de abelha em partes iguais. Deixe por meia-hora, depois volte a lavar com água de chuva e um sabonete neutro ou de glicerina. Enxugue apertando a toalha contra pele, sem esfregar.