quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
Folclore do Mato Grosso!
| Do Folclore Matogrossense temos pouquíssimos dados coletados. A zona mas intensa em mitos era a fronteira amazonense e com o Pará. Dominado outrora por indígenas da raça Gês, com Bororos, tem ainda os Guanás que são Nu-aruacos. Como o Tupi, não deixou vestígios, sabemos quase nada, porque os aborígenes são pouco comunicativos para um depoimento fiel e, como não foram estudados antigamente, hoje dariam apenas um misturado de mitos, uma verdadeira colcha de retalhos de estórias, já que o índio tem a mania de concordar com tudo para livrar-se logo dos interrogatórios ou para agradar o interlocutor. | |||||
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terça-feira, 29 de março de 2011
Folclore de Goiás!
segunda-feira, 28 de março de 2011
Folclore do Paraíba
| Foi uma das raras colônias vitoriosas. Constitui um núcleo de onde seus habitantes se espalharam para o sul e norte, formando à sua imagem e semelhança as regiões próximas. Os portugueses que ali aportaram eram fidalgos, de linhagem conhecida, ávidos de riqueza e sempre prontos para a luta armada. Beirões, especialmente minhotos, encheram Pernambuco. Eram os habitantes de Viana em grande número. Dessa forma identificamos aqui uma percentagem altíssima dos mitos do Minho ainda vivendo na memória da população local. Nas superstições então, as lembranças minhotas são dominantes e seguidas ainda hoje quase que fielmente ao original. O Minho ainda assimila histórias e mitos da Espanha, Galícia, que logo foram incorporadas aos costumes da região. Os indígenas que encontraram foram os Tupis. Pelo interior habitavam os Gês e Cariris, inicialmente, longe do contato com o estrangeiro. Os indígenas que tiveram contato direto com os invasores e seus exércitos armados, foram os Tabajaras e Caetés. Brigaram, brigaram e acabaram aliados. A mestiçação começou de forma natural e intensa, dada a ausência de mulheres brancas. | |||||
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domingo, 27 de março de 2011
Folclore do Paraíba
| Povoada no litoral pelos Tupis (Tabajaras e Potiguaras), e no interior pelos Cariris, subdivididos em dezenas de tribos que se tornaram famosas na grande guerra do século XVII. Os portugueses vieram ao longo do litoral e durante muitos anos a conquista se resumiu às regiões próximas do mar. A conquista do interior foi lenta e as "bandeiras", partindo das praias, ou vindas pelo São Francisco e Piauí, se reuniam para combater os indígenas. E logo, os conquistadores se encarregariam de dizimá-los pela posse da terra. No início do século XVIII praticamente o elemento indígena havia desaparecido. A princípio, a população do interior, pela falta de estradas, esteve completamente isolada da capital. Muitos cresciam e morriam sem nunca terem visto o mar. | |||||
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sábado, 26 de março de 2011
Folclore do Maranhão
| Os capuchinhos franceses, Claude d'Abbeville e Ives d'Evreux, registrando a existência dos Tupinambás, foram os primeiros folcloristas a adentrarem essa região. O interior do estado, no geral, era povoado pelo povo Gês, enquanto que o litoral era ocupado pelos Tupis. Com o colono branco, o indígena constituiu a primeira ligação étnica e a formação divulgadora dos mitos que assim foram europeus e amerabas. Datam daí, o nascimento e adaptações lógicas do Lobisomem, Mulas-sem-Cabeça, Batatão, Mãe-d'Água, Caapora, Cumacanga, e as pequenas variações do medo com retoques locais, determinando os mitos dessa espécie. Na metade do século XVIII, esse domínio indígena se mostrava claramente, e a língua geral, o "nhengatu", era muitíssimo mais falado que o português. | |||||
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sexta-feira, 25 de março de 2011
Folclore Ceará
O Ceará possui elementos brancos de forte atuação colonizadora. Da população indígena dizimada pelos colonizadores, restou a herança Cariri, que é o aspecto do nativo local, a platicefalia ou cabeça chata. São raros os mitos conhecidos que os indígenas locais deixaram para a região. Antes de durante a colonização portuguesa, os Cariris, que viviam no litoral, foram recuando para o interior, tanto pela invasão dos Tupis, vindos do sul, quanto pela pressão dos novos colonizadores, e logo foram dizimados. Deixaram como herança para os locais sua principal característica antropológica, o aspecto físico já mencionado. A catequese não foi como nos tempos evangélicos de Nóbrega e Anchieta. Junto com o padre vinham o sesmeiro, o capitão-mor da ribeira, com sua escolta de bacamartes e tropa de flecheiros. | |||||
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