De origem indígena, a dança do Caroço se concentra na região do Delta do Parnaíba, principalmente no município de Tutóia. É executada por brincantes de qualquer sexo ou idade.
As toadas improvisadas são tiradas pelos cantadores com o acompanhamento dos brincantes que respondem com o refrão, acompanhados de instrumentos como caixas (tambores), cuíca e cabaça.
Com roupas simples e livres, os componentes dançam isolados formando uma roda ou cordão. As mulheres trajam-se com vestidos de corpo baixo, na cor branca, com gola redonda e mangas com quatro folhos pequenos do mesmo tecido da saia, que deve ser estampada, franzida e curta, com três folhos
sábado, 30 de abril de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Folclore do Maranhão: CACURIÁ
O cacuriá é, também, uma dança de roda animada por instrumentos de percussão. Tem origem na festa do Divino Espírito Santo, quando após a derrubada do mastro, as caixeiras se reúnem para brincar. Os instrumentos são as caixas (pequenos tambores) que acompanham a dança, animada por um cantador ou cantadora, cujos versos de improviso são respondidos por um coro formado pelos brincantes.
Em São Luís, o cacuriá é uma dança típica dos festejos juninos.
Em São Luís, o cacuriá é uma dança típica dos festejos juninos.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Maranhão: Dança do Coco
A dança do coco tem sua origem no canto de trabalhadores nos babaçuais do interior do Maranhão. É uma dança de roda cantada, com acompanhamento de pandeiros, ganzás, cuícas e das palmas dos que formam a roda. A coreografia não apresenta complexidade. Como adereços, os componentes da dança carregam pequenos cofos e machadinhas, imitando os instrumentos de trabalho nos babaçuais. Além dessas danças, pode-se presenciar, nos arraiais da cidade, no período dos festejos juninos, outras danças como a quadrilha, que de forma caricatural retrata uma cena da vida do caipira do Nordeste brasileiro; a dança da fita e dança portuguesa.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Mocho
Espécie de banco de madeira, cujo assento ë feito com couro cru, que é recortado e molhado ao ser pregado sobre o banco. É percutido com duas baquetas de madeira de, aproximadamente, "um palmo e meio" de comprimento. Pode-se usar o mocho pendurado no pescoço ou, se for de tamanho maior, colocado no chão e tocado por uma ou até duas pessoas, ao mesmo tempo. Na falta do mocho, usa-se uma bruaca (saco ou; mala de couro cru, para transporte de objetos e mercadorias sobre animais) ou um couro inteiro de boi, enrolado, no qual bate-se com dois pedaços de madeira. Até mesmo uma caixa de madeira pode ser usada para a percussão, na falta do instrumento.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Boi à Serra
Em várias regiões do Brasil encontramos manifestações folclóricas que falam sobre a vida e a morte de bois bravos e vaqueiros destemidos. Temos, no Maranhão, o Boi-à-Serra; em Santa Catarina, o Boi-de-mamão, no Pará, a Dança do Boi, em São Paulo e em Mato
Grosso; o Boi-à-Serra; Luiz Câmara Cascudo, em seu "Dicionário do Folclore Brasileiro", nos fala sobre a origem dessas danças no Brasil: "Pelas regiões da pecuária, vive uma literatura oral louvando o boi, suas façanhas, agilidade; força, decisão. Desde fins do século XVIII os touros valentes tiveram poemas anônimos, realçando-lhes as aventuras bravias." Houve tempo em que o Boi-à-Serra foi muito difundido em Mato Grosso, principalmente nas localidades de Santo Antônio do Leverger, Varginha, Carrapicho, Engenho Velho, Bom Sucesso e Maravilha, onde existiam grandes canaviais e a atividade econômica predominante eram os engenhos de açúcar. A dança do Boi-à-Serra hoje, consegue ainda manter suas características iniciais apenas na localidade de Varginha, no município de Santo Antônio do Leverger. Lá as pessoas ainda cantam uma toada que conta toda a trajetória de vida e morte de um boi que é capturado por destemidos vaqueiros, enquanto dançam. Em outras localidades, como em Cuiabá e Santo Antônio do Leverger, encontramos a dança do Boi-à-Serra já muito modificada, ou inserida num outro folguedo popular: o Siriri.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Saiba sobre os dias mais festejados no Mato Grosso!
08 de Janeiro: Santo Rei
10 de Janeiro: São Gonçalo (casamenteiro das velhas e curador das doenças dos ossos)
20 de Janeiro: São Sebastião
21 de Março: São Bento
13 de Junho: Santo Antonio (Casamenteiro das moças)
24 de Junho: São João
29 de Junho: São Pedro
26 de Julho: Sant'Ana
16 de Agosto: São Roque (Considerado curador)
50 dias após páscoa: Senhor Divino
04 de Outubro: São Francisco
05 de Outubro: São Benedito (Em Cuiabá é comemorado a partir de Junho)
07 de Outubro: Nossa Senhora do Rosário
08 de Dezembro: Nossa Senhora da Conceição Sem dia definido: Nossa Senhora da Guia
13 de Dezembro: Santa Luzia (Protetora da visão)
25 de Dezembro: Senhor Menino
10 de Janeiro: São Gonçalo (casamenteiro das velhas e curador das doenças dos ossos)
20 de Janeiro: São Sebastião
21 de Março: São Bento
13 de Junho: Santo Antonio (Casamenteiro das moças)
24 de Junho: São João
29 de Junho: São Pedro
26 de Julho: Sant'Ana
16 de Agosto: São Roque (Considerado curador)
50 dias após páscoa: Senhor Divino
04 de Outubro: São Francisco
05 de Outubro: São Benedito (Em Cuiabá é comemorado a partir de Junho)
07 de Outubro: Nossa Senhora do Rosário
08 de Dezembro: Nossa Senhora da Conceição Sem dia definido: Nossa Senhora da Guia
13 de Dezembro: Santa Luzia (Protetora da visão)
25 de Dezembro: Senhor Menino
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Folclore na Bahia
A Bahia é, sem dúvida, um dos estados que mais valoriza as manifestações públicas do folclore. São festas religiosas ou não, procissões, jogos, danças e representações que exteriorizam as crenças e os costumes de um povo alegre e muito místico. A grande maioria dessas manifestações são religiosas ou tiveram origem em práticas de fé católica ou africana. Mas, existem também aquelas que apresentam os costumes dos escravos, a resistência contra a escravidão, a cultura indígena e muito mais.As manifestações folclóricas funcionam como berço da arte e cultura baiana, pois permitem a criação e recriação das suas formas de representação. Em contrapartida, a cultura produzida a cada dia alimenta, enriquece e renova as antigas tradições, tornando-as cada vez mais atrativas.
Não se pode pensar somente em Salvador quando se fala em manifestações folclóricas baianas pois em todo o estado pode-se encontrar, ao longo do ano, particulares formas de manifestação da alma do povo baiano.
Se Salvador tem o Carnaval e a Festa do Bomfim, Cachoeira tem as Irmandade da Boa Morte, Santo Amaro tem o Maculelê, Armação tem a Puxada de Rede, Uauá tem o Reisado, São Félix tem o Samba-de-Roda.
Sem dúvida, a Bahia é o grande berço brasileiro da cultura popular e o seguro recanto das tradicionais manifestações folclóricas que caracterizam e contam a história deste país.
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